sexta-feira, 30 de maio de 2014



Por: Maria Eduarda Madruga Maia
Turma:61
EEEM Leopoldo Maieron-CAIC

                       O tal de Psirico

         Há muito tempo atrás meu bisavô tinha um rancho e atrás do rancho tinha campo e nesse campo tinham homens cortando árvores, até que um dia um lenhador se levantou a noite para tomar água, quando de repente se deu de cara com um  “LOBISOMEM”.
         No outro dia meu bisavô foi buscar lenha, e um deles disse que viu um  “Lobisomem”, todos achavam que era o psirico mas meu bisavô não acreditava porque o psirico era muito amigo dele, e meu bisavô para confirmar, foi passar a noite de quinta para sexta-feira no campo para ver se era verdade. Ele e minha bisavó foram então lá pros lados de Aceguá passar a noite no rancho, e meu bisa foi passar então a noite no mato, ele e os outros lenhadores. O tal psirico não gostava de se aproximar dos outros lenhadores, então ficou afastado, a minha bisavó foi levar meu bisavô para o acampamento e minha avó quis ir junto. Minha avó era pequenininha e assustada como todas as crianças são ela virou para o mato e deu um grito: – Quem é lobisomem ai?!

Daí o psirico desapareceu do mapa e nunca mais  se ouviu falar nele.

                                              

quarta-feira, 28 de maio de 2014


Por : Alana portela Gonçalves
         Saymon R. Scoto Simon
         João Pedro Soares Ribeiro
        Turma: 70
        EEEM Leopoldo Maieron-CAIC

O LAGO DOS GRITOS

          Certo dia o faxineiro estava trabalhando normalmente, ele trabalhava todos os turnos,  até que uma certa noite ele estava trabalhando e  o chamaram para cortar a grama do pátio de futebol  da  escola e de repente ele viu um movimento estranho no lago, mas ele achou que não era nada e seguiu trabalhando normalmente, mas ele acabou escutando um pedido de ajuda vindo do lago e desta vez decidiu ir até lá para ver o que estava acontecendo e notou que o lago era mais fundo durante a noite do que durante o dia olhou para o lago com o sua lanterna e viu uma luz no fundo do lago e percebeu que parecia que a luz estava subindo cada vez mais, ele sentiu como se alguém o estivesse puxando para o lago, ele começou a pedir ajuda, mas ninguém o escutou e ele acabou caindo no lago.
          No dia seguinte os alunos do turno da manhã encontraram a lanterna do faxineiro ainda ligada do lado do lago e alunos da noite relatam escutarem a voz do faxineiro pedindo ajuda vindo do lago. Dizem que o espírito dele ronda o lago até hoje !!!



terça-feira, 27 de maio de 2014


  Por: Miriã de Freitas Moraes
    Turma: 70
   Reforço de Português e Produção Textual          

                                                MINHA VÓ  CONTOU   
                  
               Minha mãe me contou que no tempo que ela era criança apareceu uma grande nuvem, um grande enxame de gafanhotos que pousaram nos milhos ao lado da casa da minha vô. Minha mãe me contou que os gafanhotos não deixavam sobrar nada, ai os gafanhotos começaram a tentar entrar na casa dela, a minha vô disse que a parede dela ficou preta de gafanhotos a minha mãe até tirou uma foto. Ela se apavorou. Os bichos começaram a estourar.

Então ela se mudou lá pra longe, no estado de Goias! Nossa, ela não tem sorte por que depois de 1 ano e meio apareceu um jacaré atrás de um rio. Minha vó chamou os bombeiros e então não teve jeito, ela teve que voltar  para Bagé e tem o maior prazer de contar essa história.  
             

sexta-feira, 23 de maio de 2014



      Por : Gabriel Ferreira Bitencourt
      Turma 71
      EEEM Leopoldo Maieron-CAIC


                                                   O fantasma do Perfumado


         Foi contada pelo meu bisavô para o meu pai, que contou para mim.
       Dizem que antigamente na Semana Santa na localidade de Picada das Graças em Caçapava do Sul, após a meia noite, durante a madrugada, existe ou existia o fantasma do perfumado. Tratava-se de um homem alto na base de uns dois metros que vestia um terno branco,ele é ou era um vulto luminoso que cheirava a Jasmim.
        Quando ele encontrou meu bisavô cruzou por uma cerca de arames sem tocar nela e perguntou:
-Tem fogo? ( Para acender o cigarro ). Meu bisavô que sabia da história ao ver a criatura, açoitou cavalo para ele galopar rapidamente e correu sem olhar para trás. Chegando em casa contou a história a todos que lá se encontraram e foi dormir, mas não conseguiu pois o cheiro de Jasmim não saia de seu quarto . No outro dia pela manhã meu bisavô arrancou todas as árvores de Jasmim do jardim da minha bisavó.

        Dizem que até hoje as pessoas sentem o cheiro de Jasmim durante a Semana Santa tanto dentro quanto fora de casa quando o Perfumado está por perto.


   Autoras = Lauriene Almeida e Kamille  Meneses.
     Turma = 61           
                  
                   A  Benzedeira   Santinha

         Essa história foi contada pela dona  Rejane,  ela nós contou que a 27 anos atrás tinha uma benzedeira  chamada  dona Santa, ela era uma  benzedeira que curava as pessoas, ela era muito poderosa .
                Muitas pessoas iam para se curar das doenças, todo mundo a chamava de Santinha e falavam que ela era muita experiente. Dona Rejane falou que levou seus filhos lá, para serem curados também, no outro dia um    milagre aconteceu eles estavam curados . Depois de muito tempo ela morreu, deixando sua filha no seu lugar, e assim ela continuou curando as pessoas.



 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

APRESENTAÇÃO



        "Este Blog foi criado para expôr as histórias extraordinárias escritas pelos alunos da Oficina de Apoio Pedagógico, Leitura e Produção Textual da EEEM. Leopoldo Maieron-CAIC, situada na cidade de Bagé-RS. 
           Algumas dessas histórias são fruto de entrevistas realizadas com outros adultos, mais idosos ou não, outras são meramente frutos de suas imaginações, no entanto todas elas foram utilizadas como estratégia  para desenvolver a produção textual dos alunos. Escrever textos é uma atividade árdua para alunos com grande dificuldade na leitura e escrita, porém após um cuidadoso processo de revisões e reescritas, os alunos finalmente apresentam com orgulho suas criações. Lembrando que o ato de escrita textual também requer diálogo e incentivo, e que qualquer processo de criação precisa de motivação, aqui também estarão postadas as fotos e videos que fazem parte desse processo. São todos alunos de 6º e 7º ano do ensino fundamental que apresentavam pouca ou muita resistência a escrita de textos."